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Audiência pública "Repensando as queimadas: a cana como fator de desenvolvimento humano"

19/03/2014

O Ministério Público Federal (MPF) em Campos dos Goytacazes (RJ) realiza no próximo dia 19 de março, entre 13h e 18h30, a audiência pública “Repensando as queimadas: a cana como fator de desenvolvimento humano”. O evento pretende debater os efeitos das queimadas à saúde e ao meio ambiente, e também a cana como fator de desenvolvimento humano.  Para o MPF, a cana - que possui grande importância na economia local - deve contribuir para uma melhor qualidade de vida dos plantadores, bem como da população em geral.

A audiência foi convocada pelo procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, responsável pelo procedimento que investiga possíveis danos à atmosfera, incidência de doenças cardiovasculares e respiratórias, além de prejuízos ao ecossistema e ao solo, como consequência da queima de cana no Norte Fluminense. O MPF considera que a preservação do meio ambiente é de interesse social e realiza a audiência pública para permitir o debate, o acesso à informação e a participação de todo e qualquer cidadão e das sociedades organizadas. 

Veja o edital da audiência aqui
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Dentre os convidados para a audiência, estão representantes do Ministério Público do Trabalho no município de Campos, do Ibama, do Ministério do Trabalho e Emprego, da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, do Hospital Ferreira Machado, da Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro (COAGRO) e da Associação Fluminense dos Plantadores de Cana (ASFLUCAN). 

A audiência acontece no auditório da Universidade Cândido Mendes (Avenida Anita Peçanha, 100, Parque São Caetano, Campos dos Goytacazes/RJ).

Entenda os riscos
A região Norte Fluminense é historicamente marcada pela cultura canavieira, fazendo uso da queima da palha da cana de açúcar. Porém, ao ser queimada, a matéria orgânica libera gases tóxicos, causando grandes transtornos ao meio ambiente e ao ser humano. O aumento da incidência de doenças respiratórias e cardiovasculares, principalmente em idosos e crianças, são consequências dessa prática.  Além disso, há elevação do risco de acidentes automobilísticos, devido a baixa visibilidade, e problemas na transmissão de energia elétrica. A biota (conjunto de seres vivos do ecossistema) também é afetada pelas queimadas, o que contribui para o agravamento do efeito estufa. A fuligem, por exemplo, além de aumentar do consumo de água na limpeza doméstica, interfere no processo de fotossíntese das plantas.
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