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MPF consegue prisão preventiva de fiscais do INSS

publicado em 28/02/2005
Rombo deve chegar a R$ 3 bilhões

O Ministério Público Federal, através dos procuradores da República Fábio Aragão e Vinícius Panetto, obteve hoje a prisão preventiva dos 11 fiscais presos na última quinta-feira. Eles são acusados de integrar uma quadrilha que extorquia mais de 140 empresas em troca de propina há cerca de 10 anos.

A prisão preventiva foi decretada pelo juiz Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Federal Criminal. Esse tipo de prisão não tem prazo pré-determinado, ou seja, vale enquanto o juiz entender que os acusados devem permanecer no presídio.

O pedido foi encaminhado nesta tarde, visto que a prisão temporária venceria à meia-noite. Segundo os procuradores responsáveis pelo caso e o delegado federal Anderson Bichara, o rombo deve chegar a R$ 3 bilhões.

O valor foi estimado a partir da análise preliminar do material apreendido nas residências dos fiscais. “Ficamos surpresos com as provas colhidas pela Polícia Federal. O rombo, ao que parece, é o triplo do que se projetava com as investigações preliminares da Força-Tarefa da Previdência”, afirmou o procurador da República Fábio Aragão.

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