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Ex-diretores da Ingá são punidos por crime ambiental pela poluição da Baía de Sepetiba

publicado em 20/01/2005

Executivos condenados por ação do Ministério Público Federal Ex-diretores da Ingá são punidos por crime ambiental pela poluição da Baía de Sepetiba O Ministério Público Federal obteve a condenação de Flávio Mach Barreto e Gilberto Mach Barreto, ex-diretores da Companhia Mercantil e Industrial Ingá S.A., por crime ambiental pela poluição da Baía de Sepetiba.

A sentença foi proferida pelo juiz-substituto da 3ª Vara Criminal da Justiça Federal do Rio de Janeiro, Flávio Roberto de Souza, que os condenou a cinco anos de reclusão em regime semi-aberto. Alguns bens imóveis de ambos também estão indisponíveis devido a uma medida cautelar proposta pelo MPF e concedida pelo juiz Lafredo Lisboa.

A denúncia foi oferecida em setembro de 2002 pelo MP Federal, que acusou os executivos de permitirem que rejeitos muito tóxicos oriundos da atividade industrial da empresa, principalmente os metais pesados zinco e cádmio, atingissem o mangue local e na Baía de Sepetiba, causando a contaminação da vegetação de manguezal, da fauna aquática, do mar e do lençol freático, causando riscos à saúde da população local.

Os executivos, que dirigiram a empresa ao longo das décadas de 1980 e 1990, foram condenados pela lei 6.938/81. A companhia já desativada, na Ilha da Madeira, em Itaguaí, permitiu o escoamento de parte do estoque de rejeitos químicos para o mangue e a Baía de Sepetiba. Segundo a sentença, do último dia 16/12, "houve, e continua havendo, graves prejuízos para a integridade da vegetação característica da região litorânea, para a qualidade da água marinha e para a fauna".

A contaminação da Baía de Sepetiba é considerada o maior passivo ambiental do Estado do Rio de Janeiro e, provavelmente, o maior do país.

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