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Fiscais do INSS e diretores da navegação Mansur têm prisão preventiva decretada

publicado em 09/12/2004

O Ministério Público Federal, através do procurador da República Fábio Aragão, obteve na justiça federal a prisão preventiva dos dois fiscais do INSS, Arnaldo Carvalho da Costa e Paulinéia Pinto de Almeida, de um dos sócios da Empresa Navegação Mansur S/A, Jorge Brumana Simão e do gerente geral da empresa, Amaro de Almeida Rangel. Também foi pedido o seqüestro de todos os bens dos investigados. Os quatro foram detidos na última terça-feira, 07/12, em regime de prisão temporária durante a Operação Mar Azul. Nesse mesmo dia foi realizada uma busca e apreensão nas residências dos fiscais, onde foram apreendidos diversos documentos. Dentre eles, foi encontrada uma relação de nomes de empresas, com o fiscal responsável por cada uma delas e com a indicação financeira de quanto cada um ganharia, como se fosse uma tabela de propinas.

De acordo com o delegado da Polícia Federal que atua na Força-tarefa do INSS, Anderson Bichara, se a tabela fosse seguida, o prejuízo causaria um rombo de cem milhões de reais nos cofres públicos.

Além disso, na residência da fiscal aposentada Paulinéia foi encontrada uma cartilha, produzida por ela, ensinando a empresários como sonegar o INSS. O MPF acredita que ela estaria dando consultoria a empresas.

"Ela é uma professora na escola da sonegação. E também foi, no mínimo, esquisita a resposta do outro fiscal quando indagado como conseguiu um patrimônio de 17 imóveis. Ele disse, simplesmente, que havia sido fiscal no Mato-Grosso. Eu não entendo como isso é possível!" – declara o procurador Fábio Aragão.

O rombo causado, ou seja, os valores que deixaram de entrar para os cofres públicos pela não atuação dos dois fiscais, foi de, aproximadamente, 18 milhões e oitocentos mil reais.

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