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MPF consegue parar obras em duas ilhas de Angra dos Reis

publicado em 18/12/2006
Construção de complexos de lazer prejudicam o meio ambiente

O Ministério Público Federal obteve na Justiça decisões liminares para impedir a construção e o funcionamento de dois complexos de lazer nas Ilhas Comprida e da Mandala, em Angra dos Reis. As obras eram realizadas sem licenciamento ambiental e, segundo o Ibama, vinham causando graves danos ao meio ambiente. As decisões dizem respeito a duas ações civis públicas movidas na 1ª Vara Federal de Angra dos Reis no último dia 14.

Entre os danos ambientais, o Ibama aponta a supressão de vegetação de Mata Atlântica, a construção sobre costões rochosos, o lançamento de efluentes líquidos sem tratamento direto no mar, a movimentação do solo acarretando erosão, poluição sonora e atmosférica e o afugentamento da fauna.

A intenção dos réus era instalar nas ilhas dois grandes empreendimentos: uma boate Privilege na Ilha da Mandala (Cunhambebe Mirim), com capacidade para 1.200 pessoas, e o projeto ISLA, na Ilha Comprida, com casa de shows, restaurante e bares. “

Essas decisões atendem à efetiva proteção do meio ambiente, impedindo o prosseguimento das atividades danosas”, afirma o procurador da Republica André de Vasconcelos Dias, autor das ações.

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